O lançamento da semana Ivo Caggiani pela ATSL (Associação Tradicionalista de Sant’Ana do Livramento) e Prefeitura na Casa de Cultura Ivo Caggiani ontem, 12 de agosto, dentro do mês farroupilha de Sant’Ana do Livramento é um eco deste célebre historiador, marco da nossa história, um símbolo que carrega a alma santanense que nunca envelhece.

A história é a identidade nacional, no caso aqui do nosso Rio Grande do Sul, a identidade dos gaúchos. História é a memória organizada dos feitos incomum que dão um senso de identidade as nossas vidas e a nossos valores, ideias e sentimentos. Isso porque o ser humano depende dessa memória e dessa tradição herdada de geração em geração para saber de onde ela veio, quem ela é e para onde vai…
O tema oficial deste ano é “Pampa sem Fronteiras: Um bioma, dois povos, uma só identidade”. A festividade é organizada pela Prefeitura Municipal em parceria com a ATSL e o Conselho Municipal de Turismo, incluindo atrações como debates, semanas temáticas (Lenço Branco, Ivo Caggiani e Paixão Côrtes) e o famoso desfile que reúne dezenas de entidades tradicionalistas.
No livro As Guerras dos Gaúchos – Histórias dos Conflitos do Rio Grande do Sul, o historiador norte-americano Spencer Leitman no capítulo A Guerra dos Farrapos (1835 – 1845), argumenta que a Revolução Farroupilha foi um movimento autonomista semelhante aos dos países hispânicos em seus primeiros estágios após 1810. Para tanto, remonta todo o processo da revolta que assolou o estado por uma década.
Na etapa final da guerra civil, quando o Império do Brasil apertou o cerco, alguns farrapos combateram até a morte. Um deles foi o major Joaquim Teixeira Nunes, comandante dos Lanceiros Negros. Logo depois do massacre no Cerro dos Porongos, foi morto no confronto do Arroio Grande, em 28 de novembro de 1844. É importante esse registro, no sentido de que as histórias, a favor ou contra da guerra, foi traumática, cheia de narrativas que até hoje questionamos. Mas o que nunca poderemos negar, é o sofrimento de um povo pelo seu chão.
NUESTRA HISTORIA EN SANGRE Y ALMA
El lanzamiento de la semana por Ivo Caggiani en ATSL (Asociación Tradicionalista de Sant’Ana do Livramento) y la Prefeitura en la Casa de Cultura Ivo Caggiani ayer, el 12 de agosto, dentro del mes de farroupilha de Sant’Ana do Livramento, es un eco de este famoso historiador, un marcador de nuestra historia, un símbolo que lleva la alma de Sant’Ana que nunca envejece.
La historia es la identidad nacional, en este caso aquí en nuestro Rio Grande do Sul, la identidad de los gauchos. La historia es la memoria organizada de los logros extraordinarios que dan una sensación de identidad a nuestras vidas y a nuestros valores, ideas y sentimientos. Esto es porque el ser humano depende de esta memoria y esta tradición que se transmite de generación en generación para saber de dónde viene, quién es y a dónde va…
El tema oficial de este año es “Pampa sem Fronteiras: Un bioma, dos povos, una sola identidad”. Las celebraciones están organizadas por la Prefectura Municipal en asociación con ATSL y el Consejo Municipal de Turismo, incluidas atracciones como debates, semanas temáticas (White Scarf, Ivo Caggiani y Paixão Côrtes) y el famoso desfile que reúne a docenas de entidades tradicionales.
En el libro As Guerras dos Gaúchos – Histórias dos Conflitos do Rio Grande do Sul, el historiador estadounidense Spencer Leitman en el capítulo A Guerra dos Farrapos (1835 – 1845) argumenta que la Revolución de Farroupilha fue un movimiento autónomo similar a los de los países hispánicos en sus primeras etapas después de 1810. Es importante señalar que este registro, en el sentido de que las historias, para o contra la guerra, fueron traumáticas, llenas de narrativas que todavía cuestionamos hoy en día. Pero lo que nunca podemos negar es el sufrimiento de un pueblo por su tierra.