Vendo nos jornais a notificação das autotidades para os lenheiros desocuparem o local confesso que fiquei preocupado com a sobrevivência daquelas pessoas.
É amplamente fundamentado na nossa história fronteiriça o comércio na sombra dos marcos. Ele nasceu das entranhas da sobrevivência muito difícil dos fronteriços devido as leis econômicas que mudam de lado pelos distintos governos. Esse comércio se desenvolveu apoiado nos valores e ensinamentos dos velhos comerciantes mestres da sobrevivência.
DIARIO URUGUAY BINACIONAL/Desde la frontera Rivera Livramento Carlos Alberto Potoko para DIARIO URUGUAY.
Os que se deram bem evoluíram até chegar aos free shops. Então, por justiça social que estes pequenos e humildes comerciantes lenhadores sejam protegidos, não só pelas autoridades como pela sociedade. Claro que do jeito que está na volta da hidráulica e canteiros não pode continuar.
Que tal a Prefeitura e Intendência se unirem para construir, não só um parador de ônibus com banheiros na hidráulica para os sacoleiros e espaços para lenheiros? Tudo com um bom projeto onde galpãozinhos de quincha gaúcho artesanais sejam inseridos dentro da nossa cultura gaúcha. Penso que todos sairão ganhando.

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A VIDA NA SOMBRA DOS MARCOS ![]()
Viendo en los periódicos la notificación de los coches para desalojar el lugar, confieso que me preocupaba la supervivencia de esas personas.
El comercio a la sombra de los monumentos está ampliamente arraigado en nuestra historia fronteriza. Nació de las agallas de la muy difícil supervivencia fronteriza debido a que las leyes económicas cambian de bando por diferentes gobiernos. Este comercio se desarrolló basado en los valores y enseñanzas de los antiguos maestros comerciantes de supervivencia.
Aquellos que lo hicieron bien evolucionaron hasta que llegaron a las tiendas gratis. Así, por justicia social que estos pequeños y humildes comerciantes de leñadores estén protegidos, no sólo por las autoridades sino por la sociedad. Por supuesto, por la forma en que se rodea la hidráulica y las obras, no puede continuar.
Que tal el ayuntamiento y la Administración se unen para construir, no solo una parada de autobús con baños hidráulicos para los mochileros y espacios para carpinteros? Todo con un buen proyecto donde se incorporan a nuestra cultura Gaucha los cobertizos de quincha hechos a mano. Creo que todos van a salir ganando